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[18/11/2011] Brasília; Prorrogado acordo de importação de leite entre Brasil e Argentina

Gabinete do Deputado Federal Alceu Moreira
Foto: Assessoria - Deputado

Além de ser responsável pela redação do texto da cadeia nacional para produção e venda de leite, o deputado Alceu Moreira  também é autor de projeto de lei que proíbe a aquisição de leite importado pelo governo em licitações públicas.ProjetoNo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul são trezentos mil produtores de leite, o que implica na subsistência direta de mais um milhão de pessoas. No RS, o rebanho de gado de leite é de cerca de 1,5 milhão de cabeças, o que representa 2,67% do PIB e R$ 5,93 bilhões por ano na economia.O secretário-executivo do Sindicato dos Trabalhadores em Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, lembrou que o setor nunca foi contra a importação, apenas defende o cumprimento de um sistema de cotas sem disfunções. "Outros países têm ampliado a produção em até 30 % com vistas na importação para o Brasil. A parceria é muito importante, mas precisa ficar claro que há uma questão social para os brasileiros que têm na produção de leite uma renda complementar importante", fechou.O deputado Alceu Moreira, que esteve à frente das negociações junto aos ministérios da Agricultura (MAPA) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), afirmou que o novo acordo é uma vitória para o país, que estava há meses num impasse debatendo os termos do acordo, enquanto a Argentina importava volumes superiores. "A entrada desregrada de leite dos países do Mercosul com preços muito baixos deixa os produtores brasileiros em desvantagem competitiva, podendo muitas vezes levar à insolvência", apontou o deputado, que afirmou que o próximo passo será abrir uma negociação franca com o Uruguai.O termo foi chancelado na quarta-feira, 16, durante o 20º Aniversário da Federação Pan-americana do Leite (Fepale), em Punta del Leste, no Uruguai, por representantes da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro da Indústria Leiteira Argentina. Participaram ainda o Sistema Organizações das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL).
A prorrogação do acordo de importação de leite em pó entre Brasil e Argentina foi comemorada pelo relator da Subcomissão do Leite, deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS). A nova cota, com validade de um ano, será de 3,6 mil toneladas/mês, volume inferior ao exigido inicialmente pelos argentinos de 5 mil toneladas. O acordo anterior era de 3,3 mil toneladas/mês.

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