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[29/04/2018] Porto Alegre; Os jornalistas e os Pandas

Moisés Mendes

Foto; Divulgação

Um amigo leu meu post anterior sobre jornalistas fofos e me mandou um whasApp. Ele pergunta se alguns jornalistas que não são fofos não podem se ofender com a definição. 
Por que se ofenderiam? É uma bobagem. Imaginem se eu fosse me ofender se alguém falasse dos jornalistas homofóbicos (e há, sim, jornalistas homofóbicos, como existe em qualquer área). Só me ofenderia se eu achasse que estavam falando comigo. Como não sou, não tenho nada com isso.
O jornalista fofo é fofo e pronto. Ele adora as professoras do século 19, mas odeia as professoras do século 21, porque são atrevidas, feministas e algumas até grevistas são.
Mas ninguém que não é fofo vai achar que é. E além disso um jornalista fofo, desses que amam as luzes do outono e odeiam Lula e o PT, não precisa da minha certificação. Ele tem a identificação na testa. 
Um fofo é inconfundível como um urso panda, sem querer ofender os pandas.

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