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[27/03/2018] Brasília; Em editorial, Globo agora põe pressão no TSE

Brasil247

Foto: Divulgação

Justiça

Depois de uma intensa campanha pela prisão de Lula junto ao Supremo Tribunal Federal, o jornal O Globo agora também coloca pressão na Justiça Eleitoral e exige, em editorial, a inelegibilidade do ex-presidente

27 DE MARÇO DE 2018 ÀS 06:20 // INSCREVA-SE NA TV 247 

 

247 - Em editorial publicado nesta terça, o jornal O Globo colocou pressão no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela inelegibilidade do ex-presidente Lula nas próximas eleições presidenciais, em que ele lidera em todas as pesquisas de intenção de voto.

Confira abaixo alguns trechos:

"A confirmação da condenação de Lula a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, pelo TRF-4, de Porto Alegre, no caso do tríplex do Guarujá, enquadra o ex-presidente na Lei da Ficha Limpa e o coloca inelegível por oito anos. Mas nada transcorre sem percalços neste processo, devido à ação da defesa de tentar de todas as formas postergar um desfecho que confirme a impossibilidade de Lula tentar retornar ao Planalto pela terceira vez.

Este é o papel da defesa, e cabe ao Estado, por meio dos organismos correspondentes, evitar que se concretize a impunidade do ex-presidente, contra a lei. Pois Lula foi condenado em primeira instância pelo Juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, da Lava-Jato, e, como estabelece o rito, recorreu à segunda instância.

Lula teve, então, confirmada a condenação pelo colegiado de três desembargadores, por unanimidade. Como lhe garante a lei, recorreu da sentença, por meio de embargos de declaração, que não alteram o veredicto estabelecido pelos juízes. Foi este capítulo que se encerrou ontem, com a rejeição dos embargos, também sem voto divergente.

(...)

À medida que a operação avançava, os temores de políticos cresciam, e surgiu o movimento nem sempre subterrâneo, para, entre outros objetivos, acabar com esta jurisprudência, ou seja, voltar aos sete anos em que foi possível usar todo o arsenal de recursos disponíveis na Justiça brasileira para garantir impunidades por meio da prescrição dos crimes. É o que está por trás deste HC.

 

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