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[21/03/2018] Praia Grande; E só. A lexicografia do nada.

Fernando Coelho

Foto: Divulgação

Amigos zelosos chamam a minha atenção: “estão usando o seu ‘e só’ nas redes sociais. Ora, sei não. Para amigos próximos disse que é bobagem. Tem até uns dois que consideram que não devo usar, sujam os meus textos. A expressão não é propriedade minha. Sei não. Apenas juntei o substantivo masculino ‘e’, quinta letra e a forma dela no alfabeto, com o adjetivo de dois gêneros e também substantivo masculino ‘só’. E mais nada fiz. Não sou tão sozinho e não é somente isso. Portanto, acho que ninguém me plagia, a expressão é ortográfica, comum, pertence mais a mestre Aurélio do que a mim. Use quem quiser, a expressão é liberada para o exagero do consumo público. E só.

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