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[11/03/2018] Brasília; Nível moral zero: Cármen Lúcia Recebe Temer Em Sua Casa, Mas Não Fala Com Sepúlveda, Diz Colunista

Por Ricardo Kotscho

Foto: Divulgação

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho – Cada vez mais afinada com os editoriais da grande imprensa, a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, abriu um espaço na agenda neste sábado para receber em sua casa o presidente Michel Temer, que teve seu sigilo bancário quebrado na última semana na investigação sobre o caso Rodrimar.

Para receber Sepúlveda Pertence, ex-ministro do STF e advogado de defesa de Lula, Cármen Lúcia ainda não encontrou tempo nem para responder ao pedido.

Pertence quer que a presidente do STF inclua na pauta do plenário o julgamento do habeas corpus impetrado em favor do ex-presidente Lula, mas ela não quer nem falar nisso e já decidiu que o assunto não entrará na pauta de abril.

Temer está em campanha, ainda não para ser reeleito, mas para que seja reconsiderada a inclusão de seu nome em inquérito para apurar repasses da Odebrecht ao MDB acertados no Palácio do Jaburu, em 2014, quando ainda era vice-presidente.

Segundo a Folha, “o presidente apresentou a Cármen Lúcia durante a reunião argumentos contrários à investigação do seu nome neste momento”.

Perguntado à saída sobre o assunto tratado, o presidente negou que tivessem falado sobre seus problemas na Justiça, e desconversou. “Não foi tratado nada disso”.

A presidente do STF recebeu o pedido de Temer por telefone durante a semana e prontamente marcou o encontro.

Na versão oficial, só falaram de segurança pública e da intervenção militar no Rio de Janeiro.

“A ministra vai colaborar enormemente com essa questão em todo o país”, disse Temer, sem detalhar que tipo de colaboração ela pode dar.

É mais fácil ganhar na mega-sena do que a República da Farda & Toga deixar Lula ser candidato a presidente.

Mais provável é que determine a sua prisão o mais rápido possível.

Quanto a Temer, Aécio, Serra, Alckmin e companhia bela delatados na Lava Jato, se mantidas as atuais condições de tempo e temperatura no Judiciário, tudo indica que teremos novos casos de prescrição se um dia forem levados a julgamento.

Vida que segue.

 

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