Letreiro
Leilões de escravos são filmados na Líbia
Política > Nacional
Voltar Enviar noticias imprimir
[14/11/2017] Brasília; Jean Wyllys dá lição de coragem a jornalista que pediu a morte de Lula

Brasil247

Foto: Divulgação

Deputado federal pelo Psol do Rio de Janeiro, Jean Wyllys afirma ser "difamado, insultado e ameaçado de morte", assim como sua família, "quase todos os dias" desde o primeiro ano de seu primeiro mandato, "pelo simples fato de ser gay assumido com orgulho e trabalhar politicamente pelos direitos de minorias sexuais e étnicas" e diz nunca ter pedido "proteção policial", nem fechou seus perfis no Facebook e no Twitter, como fez Mario Vitor Rodrigues, que publicou um artigo neste fim de semana defendendo a morte de Lula; depois da repercussão negativa, Rodrigues foi à delegacia pedir proteção policial e fechou suas contas nas redes sociais; "A extrema-direita e a direita antipetistas querem ter o monopólio da violência e da difamação e se acovardam quando descobrem que o chumbo que disparam pode ricochetear contra elas", diz ele

13 DE NOVEMBRO DE 2017 ÀS 19:54 // TV 247 NO YOUTUBE 

 

247 - O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) publicou um texto-resposta nas redes sociais sobre o comportamento do colunista Mario Vitor Rodrigues, depois da repercussão negativa de seu artigo "Lula deve morrer", publicado na revista IstoÉ.

"A extrema-direita e a direita antipetistas querem ter o monopólio da violência e da difamação e se acovardam quando descobrem que o chumbo que disparam pode ricochetear contra elas", diz Jean, sobre o fato de o colunista ter excluído suas contas nas redes sociais e ter pedido proteção policial.

Confira o texto, publicado em seu Facebook:

Difamado, insultado e ameaçado de morte (juntamente com minha família) quase todos os dias desde o primeiro ano de meu primeiro mandato, pelo simples fato de ser gay assumido com orgulho e trabalhar politicamente pelos direitos de minorias sexuais e étnicas - sendo essas ameaças assustadoras mesmo aos olhos do mais experiente dos especialistas em crimes contra vida - eu nunca pedi proteção policial (refiro-me às polícias civil e militar; e só pedi à legislativa no âmbito da Câmara Federal em momentos pontuais e para garantir meu trabalho em paz, contra a investida de fascistas) nem fechei meus perfis no Facebook e no Twitter.

Já o "jornalista" que incitou a morte de Lula na QuantoÉ (digo, IstoÉ), embora o negue, como se fôssemos idiotas e não soubéssemos interpretar texto (Ele repetiu algumas vezes ao longo de seu texto infame: "Lula deve morrer"), já esse sujeito, quando viu sua bolha nas redes sociais ser estourada por reações apaixonadas e até violentas ao seu texto violento e irresponsável, correu para pedir proteção policial e fechou suas contas no Facebook e no Twitter. A extrema-direita e a direita antipetistas querem ter o monopólio da violência e da difamação e se acovardam quando descobrem que o chumbo que disparam pode ricochetear contra elas.

 

Fotos da notcia

Clique sobre a foto para ampliar
Notcias relacionada