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[11/11/2016] Brasília; Cheque para Temer contradiz versão de delator da Andrade Gutierrez

Jornal GGN

Foto: Divulgação

Jornal GGN -  A defesa de Dilma Rousseff apresentou documentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que afirmam que Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, prestou falso testemunho para a Justiça Eleitoral.

Azevedo declarou, em depoimento ao TSE, que pagou R$ 1 milhão para a campanha de Dilma em 2014 como forma de propina. Os advogados de Dilma anexaram cópia de um cheque do mesmo valor que depositado na conta de campanha de Michel Temer, em data que coincide com a citada pelo delator. 

O empreiteiro disse que valor havia sido sido transferido pela construtora ao PT em março e fazia parte de um acordo que dizia que a empresa deveria pagar 1% propina em cada contrato com o governo federal.

“Nunca houve a transferência do dinheiro do Diretório Nacional do PT para campanha de Dilma”, afirmam os advogados, que querem que o depoimento de Azevedo seja considerado inválido.

Leia mais abaixo:

Otávio Azevedo prestou falso testemunho à Justiça Eleitoral

O advogado Flávio Caetano, coordenador jurídico da campanha de reeleição de Dilma Rousseff, apresentou nesta terça-feira, 8 de novembro, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) documentos atestando que o empresário Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, prestou falso testemunho à Justiça Eleitoral. A defesa de Dilma pediu a abertura de investigação por crime de falso testemunho.

Em depoimento prestado no TSE, o delator Otávio Azevedo declarou que a campanha de Dilma teria recebido como propina, em 10 de julho de 2014, R$ 1 milhão. A defesa de Dilma demonstrou que o delator prestou falso testemunho, num esforço deliberado de prejudicar a ex-presidenta.

Flávio Caetano juntou aos documentos entregues ao TSE a cópia do cheque, no valor de R$ 1 milhão, depositado diretamente na conta da campanha de Michel Temer em 14 de julho de 2014. O cheque está datado de 10 de julho.

A defesa demonstrou que o dinheiro foi transferido eletronicamente pela Andrade Gutierrez à conta da direção nacional do PMDB, que fez depósito do dinheiro por meio de cheque para a conta de campanha de Temer, conforme o recibo anexo. Nunca houve a transferência do dinheiro do Diretório Nacional do PT para campanha de Dilma, como havia alegado o delator.

A alegação do delator é fraudulenta e seu testemunho está irremediavelmente comprometido. Ficou demonstrado que o dinheiro teve como beneficiário exclusivo o atual presidente Michel Temer.

Leia abaixo íntegra da petição apresentada ao TSE:

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